quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Rotina: pavor ou necessidade?

Acredito que nós, seres humanos, temos um apego tão grande com objetos, pessoas, sentimentos, carreira, porque isso nos remete a ESTABILIDADE. Achamos que o estável é o grau ideal para que a nossa vida seja boa! Mas é um ledo engano! As pessoas tem capacidade o suficiente para exercer várias habilidades, e vocações. Não precisamos sofrer num emprego, ou melhor, em uma carreira durante 10 anos, porque a minha formação foi em Direito, Administração, Engenharia. Se você sente vontade de abrir um café, se esforce e seja feliz! Se na verdade seu sonho é morar numa praia e vender côco, não se reprima por você ser desapegado!Siga em frente! Busque e abuse da sua capacidade! Sei que não é tão simples, mas acredito piamente que quando queremos algo, do fundo da alma, com muita luta e vontade, o objetivo é alcançado! Finalmente somos felizes quando vivemos em harmonia com o nosso íntimo! Eu sou muito repetitiva nesse tema, porque eu acredito que se escutarmos com afinco o que nós temos pra falar pra nós mesmos, a vida se torna mais fácil! Pois sem darmos conta, nós sabemos as respostas de todas as nossas perguntas, basta ter ouvidos de ouvir e principalmente ouvidos de sentir. Todo dia é um novo começo para mudanças... até o momento que você é o último na sala e Deus pede: apague a luz!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Quero me descabelar

Acredito que a experiência é o melhor presente dado pelo tempo. Ela nos faz pensar, enxergar melhor cada situação. Nos deixa mais autênticos. E pensar que tem tanta gente que se acha o dono da verdade e que já tem a sabedoria suficiente para mostrar superioridade perante tudo e todos. Que doce e amargo engano... pobres de espírito! Eu mesma, me acho uma criança diante desse mundão cheio de cores, sabores e recheios! Tanta coisa pra aprender, pra ver e conhecer... tão miudinha ainda sou. Eu não posso ter a pretensão que vim nesse mundo para ensinar, mas eu posso dizer que estou na ânsia de aprender! Vivendo e aprendendo, sentindo e concluindo, amando e odiando, mas viver tentando...
A minha mais nova ânsia é o teatro! Estou louca para me entregar nesse novo lance, e ver qual é a pegada desse mundo que meu espírito tanto se agita quando fala dele! O que será isso, meu Deus? Será que tenho a arte entrelaçada em minhas entranhas? Será essa minha busca diária? Vou me atirar e me envolver, vou me deixar levar... É isso que devemos fazer: parar com essa obrigação de fazer as coisas que tem de ser feitas e fazer aquilo que te descabela!!! Tenho que parar com esse meu vício dos três pontinhos (vulgo reticências)... ops!

terça-feira, 22 de junho de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Cadê?

Eu preciso escrever, pra ver se encontro minha paz
porque longe ela está de mim
às vezes por segundos eu consigo alcançá-la
e de repente ela some feito mágica!

Pequenos e míseros segundos
que tento aproveitar e me deliciar sobre eles
mas escapam entre meus dedos
que areia fina é a felicidade!

Tão difícil manter-se serena
e por que é difícil encontrar?
E por que a dor corrói meu peito
me maltrata feito madrasta má?

No fundo, preciso de dor
Ou será que sou apenas mais uma
vivendo de forma urgente?
Será que não sei o que é amor
ou então passeio em demasia entre os meandros de minha mente?

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Carta à Superinteressante - Dê: Richard Simonetti

Senhor Sérgio Gwercman

Diretor de redação da revista Super Interessante



Sou assinante dessa revista há muitos anos. Sempre a encarei como publicação séria, fonte de informações a oferecer subsídios para meu trabalho como escritor espírita, autor de 49 livros publicados.

Essa concepção caiu por terra ao ler, na edição de abril, infeliz reportagem sobre Francisco Cândido Xavier, pretensiosa e tendenciosa, objetivando, nas entrelinhas, denegrir e desvalorizar o trabalho do grande médium.

Isso pode ser constatado já na seção “Escuta”, com sua assinatura, em que V.S. pretende distinguir respeito de reverência, como se reverência não fosse o respeito profundo por alguém, em face de seus méritos.

Podemos e devemos reverenciar Chico Xavier, não por adesão de uma fé cega, mas pela constatação racional, lúcida, lógica, de que estamos diante de uma personalidade ímpar, que fez mais pelo bem da Humanidade do que mil edições de Superinteressante, uma revista situada como defensora do bom jornalismo, mas que fez aqui o que de pior existe na mídia – a apreciação superficial e tendenciosa a respeito de alguém ou de uma notícia, com todo respeito, como pretende seu editorial, como se fosse possível conciliar o certo com o errado, o boato com a realidade, o achincalhe com o respeito.

Para reflexão da repórter Gisela Blanco e redatores dessa revista que em momento algum aprofundaram o assunto e nem mesmo se deram ao trabalho de ler os principais livros psicografados pelo médium, sempre com abordagem superficial, pretendendo “explicar” o fenômeno Chico Xavier, aqui vão alguns aspectos para sua reflexão e – quem sabe? – um cuidado maior em futuras reportagens.

De onde a repórter tirou essa bobagem de que “toda essa história começou com as cartas dos mortos?”

Se as eliminarmos em nada se perderá a grandeza de Chico Xavier. A história começa bem antes disso, com a publicação, em 1932, do livro Parnaso de Além-Túmulo, quando o médium tinha apenas 22 anos.

A reportagem diz: “Ele dizia que não escolhia os espíritos a quem atenderia, só via fantasmas e ouvia vozes. Mas parecia ser o escolhido por celebridades do céu. Cruz e Souza, Olavo Bilac, Augusto dos Anjos e Castro Alves lhe ditaram versos e prosa.”

Afirmativa maliciosa, sugerindo o pastiche, a técnica de copiar estilo literário. O repórter não se deu ao trabalho de observar que no próprio Parnaso há, nas edições atuais, 58 poetas desencarnados, menos conhecidos e até desconhecidos, como José Duro, Alfredo Nora, Alma Eros, Amadeu, B.Lopes, Batista Cepelos, Luiz Pistarini, Valado Rosa… Poetas do Brasil e de Portugal que se identificam pelo seu estilo, em poesias personalíssimas enriquecidas por valores de espiritualidade.

Não sabe ou preferiu omitir a repórter que Chico psicografou poesias de centenas de poetas desencarnados, ao longo de seus 75 anos de apostolado, na maior parte poetas provincianos, conhecidos apenas nas cidades onde residiam no interior do Brasil.

Pesquisadores constatam que esses poemas não são “razoavelmente fiéis ao estilo dos autores”. São totalmente fiéis.

Não tem a mínima noção de que a técnica do pastiche, a imitação de estilo literário, é extremamente difícil, quase impossível. Pastichadores conseguem imitar uma página, uma poesia de alguém, jamais toda uma obra ou as obras de centenas de autores.

Afirma que Chico foi autodidata e leitor voraz durante toda a vida, sempre insinuando o pastiche. Leitor voraz? Passava os dias lendo? Só quem não conhece sua biografia pode falar uma bobagem dessa natureza, já que Chico passava a maior parte de seu tempo atendendo pessoas, psicografando, participando de reuniões e atendendo à atividade profissional. Não conheço um único documentário, uma única foto mostrando Chico lendo “vorazmente”. Ah! Sim! Para a repórter Chico certamente escondia isso.

Fala também que Chico teria 500 livros em sua biblioteca e que “a lista inclui volumes de autores cujo espírito o teria procurado para escrever suas obras póstumas, como Castro Alves e Humberto de Campos”.

E as centenas de poetas e escritores que se manifestaram por seu intermédio. Chico tinha livros deles? E de poetas que sequer publicaram livros?

Quanto a Humberto de Campos, cuja família tentou receber na justiça os direitos autorais pelas obras psicografadas por Chico, o que seria ótimo acontecer, o reconhecimento oficial da manifestação dos Espíritos, esqueceu-se a repórter de informar que Agripino Grieco, o mais famoso crítico literário de seu tempo, recebeu uma mensagem do escritor, de quem era amigo. Reconheceu que o estilo era autenticamente de Humberto de Campos, mas que o fato para ele não tinha explicação, já que, como católico praticante, não admitia a possibilidade de manifestação dos espíritos.

Esqueceu ou ignora que Chico, médium psicógrafo mecânico, recebia duas mensagens simultaneamente, com ambas as mãos sendo usadas por dois espíritos. Desafio Superinteressante a encontrar um prestidigitador capaz de fazer algo semelhante.

Uma pérola de ignorância jornalística está na referência sobre materialização de Espíritos: “seria necessário produzir um total de energia duas vezes maior do que é hoje produzido pela hidroelétrica de Itaipu por ano, segundo os cálculos feitos por especialistas exibidos por reportagens sobre Chico nos anos 70.” Seria superinteressante a repórter ler sobre as pesquisas de Alfred Russel Wallace, Oliver Joseph Lodge, Lord Rayleigh, William James, William Crookes, Ernesto Bozzano, Cesare Lombroso, Alexej Akzacof e muitos outros cientistas respeitáveis que estudaram o fenômeno da materialização e o admitiram. Leia, também, sobre quem eram esses cientistas, para constatar que não agiam levianamente como está na revista.

A repórter reporta-se às reuniões mediúnicas das quais Chico participava como shows que o tornaram famoso e destila seu veneno. Cita o sobrinho de Chico que, dizendo-se médium, confessou que era tudo de sua cabeça, o mesmo acontecendo com o tio. Por que passar essa informação falsa, se o próprio sobrinho de Chico, notoriamente perturbado e alcoólatra, pediu desculpas pela sua mentira? Joga penas ao vento e espera que o leitor as recolha? Omitiu também a informação de que ele confessou que pessoas interessadas em denegrir o médium pagaram-lhe pela acusação.

Eram frequentes nas reuniões a ocorrência de fenômenos como a aspersão de perfumes no ambiente, algo que, deveria saber a repórter, costuma ocorrer com os médiuns de efeitos físicos. No entanto, recusando-se a colher informações mais detalhadas sobre o assunto, limitou-se a dizer que em 1971 um repórter da revista Realidade, José Hamilton Ribeiro, denunciou que viu um dos assessores de Chico Xavier levantar o paletó discretamente e borrifar perfume no ar. Sugere que havia mistificação, aliás, uma tônica na reportagem.

Por que não foram consultadas outras pessoas, inclusive centenas que tiveram seus lenços inexplicavelmente encharcados de perfume ou a água que levavam para magnetizar, a exalar também um olor suave e desconhecido que perdurava por muitos dias?

Na questão das cartas, milhares e milhares de cartas de Espíritos que se comunicavam com os familiares, sugere a repórter que assessores de Chico conversavam com as pessoas, anotando informações para dar-lhes autenticidade. Lamentável mentira. E ainda que isso acontecesse, Chico precisaria ser um prodígio para ler rapidamente as informações e inseri-las no contexto de cada mensagem, de cada espírito, mistificando sempre.

E as mensagens dirigidas a pessoas ausentes? E os recados aos presentes? Não eram só mensagens. Eram incontáveis recados. A pessoa aproximava-se de Chico e ele, sem conhecer nada de sua vida, transmitia recados de familiares desencarnados, na condição de um ser interexistente, que vivia simultaneamente a vida física e a espiritual, em contato permanente com os Espíritos.

Lembro o caso de um homem inconformado com a morte de um filho. Ia toda noite deitar-se na sepultura do rapaz, querendo “ficar com ele”. Não contava a ninguém, nem mesmo aos familiares. Em Uberaba recebeu mensagem do filho pedindo-lhe que não fizesse isso, porquanto ele não estava lá.

Durante muitos anos Chico psicografou receituário mediúnico de homeopatia. Perto de 700 receitas numa noite. Ficava horas psicografando. E os medicamentos correspondiam à natureza do mal dos pacientes, sem que o médium deles tivesse o mínimo conhecimento.

Na década de 70 tive uma uveíte no olho esquerdo. Compareci à reunião de receituário. Escrevi meu nome e idade numa folha de papel. Não conversei com ninguém. Após a reunião recebi a indicação de dois medicamentos. Tornando a Bauru, onde resido, verifiquei num livro de homeopatia que o dois medicamentos diziam respeito ao meu mal. Curaram-me.

Concebesse a repórter que, como dizia Shakespeare, há mais coisas entre a Terra e o Céu do que concebe nossa vã sabedoria, e não se atreveria a escrever sobre assuntos que desconhece, com o atrevimento da ignorância.

Outras “pérolas” da reportagem:

Oferece “explicações” lamentáveis para o fenômeno Chico Xavier.

Psicose, confundindo mediunidade com anormalidade.

Epilepsia, descarga elétrica que “poderia causar alheamento, sensação de ausência, automatismo psicomotor”, segundo a opinião de um médico. Descreve algo inerente ao processo mediúnico, que não tem nada a ver com desajuste mental, ou imagina-se que o contato com o Espírito comunicante não imponha uma alteração nos circuitos cerebrais, até para que ocorra a manifestação? E porventura o médico consultado sabe de algum paciente que produza textos mediúnicos durante a crise epilética?

Criptomnésia, memórias falsas, lembranças escondidas no subconsciente do médium, ao ouvir informações sobre o morto. Inconscientemente ele “arranjaria” essas informações para forjar a “manifestação”.

Telepatia. Aqui o médium captaria informações da cabeça dos consulentes e as fantasiaria como manifestação do morto. Como dizia Carlos Imabassahy, grande escritor espírita, "inconsciente velhaco", porquanto sempre sugere que é um morto quem se manifesta, não ele próprio.

Informa a repórter que “acuado pelas críticas na Pedro Leopoldo de 15 mil habitantes, Chico resolveu fazer as malas e partir para Uberaba, um polo do Espiritismo onde contaria com um apoio de amigos”.

Mentira. Ele deixou Pedro Leopoldo, onde tinha muitos amigos, não por estar “acuado”, mas simplesmente seguindo uma orientação do Mundo Espiritual, em face de tarefas que desenvolveria em Uberaba que, então sim, com sua presença transformou-se em “polo do Espiritismo”.

No famoso pinga-fogo a que Chico compareceu, em 1971, na TV Tupi, um marco na história das entrevistas televisivas, com uma quase totalidade de audiência, diz a repórter que Chico foi “bombardeado por perguntas. Mas se safou.” Bombardeado? Safou-se? O que foi essa entrevista, um libelo acusatório contra um mistificador?

Se a repórter se desse ao trabalho de ver a entrevista toda, o que lhe faria muito bem, verificaria que o clima foi de cordialidade, de elevada espiritualidade, e que em nenhum momento os entrevistadores “bombardearam” Chico. E em nenhum momento ele deixou de responder as perguntas com a sobriedade e lisura de quem não está ali para safar-se, mas para ensinar algo de Espiritismo.

Falando da indústria (?) Chico Xavier, há um Box sobre “Dieta do Chico Xavier”, que jamais seria veiculada por Chico. Usaram seu nome. Por que incluí-la nas inverdades sobre o médium, simplesmente para denegrir sua imagem, aqui sugerindo que seria ingênuo a ponto de conceber semelhante bobagem?

Se eu divulgar via internet que Superinteressante recomenda o uso de cocô de galinha para deter a queda de cabelos, seria razoável que alguma revista concorrente citasse essa tolice, mencionando a suposta autoria, sem verificação prévia?

Falando dos 200 livros biográficos sobre Chico Xavier, a repórter escreve: “Tem até um de piadas, Rindo e Refletindo com Chico Xavier”. Certamente não leu o livro, porquanto não conhece nem o autor, eu mesmo, Richard Simonetti, nem sabe que não se trata de um livro de piadas, mas um livro de reflexão em torno de ensinamentos bem-humorados do médium.

Não fosse algo tão lamentável, tão séria essa agressão contra a figura respeitável e venerável de Chico Xavier, eu diria que essa reportagem, ela sim, senhor redator, foi uma piada de péssimo gosto!

Doravante porei “de molho” as informações dessa revista, sem o crédito que lhe concedia.

A repórter Gisela Branco esteve em Pedro Leopoldo e Uberaba com o propósito de situar Chico Xavier como figura mitológica. É uma pena! Não teve a sensibilidade nem o discernimento para descobrir o médium Chico Xavier, cuja contribuição em favor do progresso e bem estar dos homens foi tão marcante que, a exemplo do que disse Einstein sobre Mahatma Gandhi, “as gerações futuras terão dificuldade para conceber que um homem assim, em carne e osso, transitou pela Terra.”

E deveria saber que não vemos Chico Xavier como um mártir, conforme sugere. Não morreu pelo Espiritismo. Viveu como espírita. E se algo se aproxima de um martírio em seu apostolado, certamente foi o de suportar tolices e aleivosidades como aquelas presentes na citada reportagem.

Finalizando, um ditado Zen para reflexão dos redatores da Super:

O dedo aponta a lua.

O sábio olha a lua.

O tolo olha o dedo.

Richard Simonetti

Bauru, 3 de abril de 2010.


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"OS LIMITES SÃO FÍSICOS. AS LIMITAÇÕES SÃO MENTAIS"

quarta-feira, 24 de março de 2010

Porta da Incógnita

Logo abre-se outra porta
e meu medo de abrí-la?
Com que posso me deparar?
Mais um monstro em minha vida?
Mais asas para eu voar?

É tanta vida lá fora
são as possibilidades que me deixam aflita
pois no decorrer da minha trajetória
tantos foram os sofrimentos diversos

E quanto mais conheço as pessoas
mais amo os meus bichos
pois em seu olhar não tem ganância
no seu olhar só tem apreço

E aí encontro tal maçaneta
em minha frente: pronta, dourada e brilhante
é só movimentá-la para direita
É a coragem que me falta

segunda-feira, 1 de março de 2010

Sinais

É muito fácil fingir que nada está acontecendo. É muito fácil mais uma vez acharmos que são coisas que acontecem e sempre aconteceram, mas o fato é que esses fenômenos naturais estão acontecendo com muita frequência! Não há como negar. Fico pensando se aquele deslizamento de terra em Angra dos Reis, tem alguma relação com os tremores que vem acontecendo, como um aviso! Sei lá! Não sou geóloga, e nem entendendo nada de terremotos, mas é que de janeiro pra cá, vem acontecendo uns movimentos terrestres muitos estranhos, não pelo fato do terremoto em si, mas sim pela frequência de desastres: tsunamis, enchentes, terremotos, e assim uma grande massa está deixando de fazer parte do nosso planeta. Se fizermos uma pequena pesquisa na internet, sobre o calendário Maia, sobre as previsões que os mesmos fizeram, em termos astrológicos no decorrer dos tempos, ficaremos assustados com a precisão que essas previsões foram feitas. Antes de julgar, pesquise! Bom, segundo os Maias, o calendário encerra-se em 23 de Dezembro de 2012, cairá num sábado. Fica aqui uma deixa pra vocês! Como diria nosso digníssimo compositor, cantor e poeta "é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã"...

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Felicidade é fazer arte

Tive a felicidade de pela primeira vez em minha vida, encarar o meu perfil! O meu verdadeiro! Sem pensar no amanhã, sem pensar na opnião alheia, sem pensar em julgamentos, e a conclusão é que estou vivendo o melhor momento da minha vida inteira, fora a minha doce infância que foi muito feliz. Engraçado! Mas eu penso sobre isso, e me questiono porque eu sou ligada tanto a infância, e finalmente descobri o porquê, e se dá pelo simples fato de que eu não pensava no amanhã, não pensava na opnião alheia, e se quer pensava em julgamentos. Isso pra mim não existia! Talvez devamos nos portar, em alguns setores da nossa vida, como crianças. Nós nos preocupamos em demasia com os julgamentos, com a sociedade como um todo, e de repente nos moldamos como eles querem. E por me permitir, conheci e ando conhecendo tantas pessoas bacanas, e fui me abrindo e tento descobrir como elas são, como elas pensam, e deixei de lado aquela gente escrota que deve ficar por lá mesmo! Expansão! Essa é minha palavra de guerra no momento. Quero me despir de todas as máscaras utilizadas ao longo do tempo. Quero aprender, quero sentir coisas novas, quero fazer arte, quero finalmente viver sem amarras.